Software de engenharia civil: critérios para migração

Uma migração bem-sucedida de software de engenharia civil em escritórios requer atenção redobrada em alguns aspectos técnicos e ambientais. É certo que investir em uma ferramenta especializada é a opção para escritórios que buscam aumentar a produtividade e entregar projetos de qualidade. No entanto, é preciso planejar a migração de software, definindo cronograma de treinamento, divisão de equipes e escolha do perfil profissional para ser o multiplicador do novo processo iniciado pelo escritório. Confira nosso e-book com um manual de migração para software.

Fatores técnicos e ambientais na migração de software de engenharia civil

1. Fatores técnicos

  • avaliar possíveis melhorias nos processos do escritório;
  • mostrar à equipe alguns processos que podem ser automatizados e dados comparativos entre ferramentas tradicionais e software especializados (como exemplo, confira nosso post sobre as diferenças entre as ferramentas para projetos elétricos);
  • pesquisar um software que se encaixe às melhorias, dando preferência aos programas elaborados para o mercado nacional;
  • conhecer os produtos de pós-venda da empresa desenvolvedora, entre eles, cursos de treinamento, conteúdos complementares e suporte técnico com engenheiros;
  • levantar o investimento inicial para compra da ferramenta e para capacitação da equipe;
  • executar a migração de software de engenharia civil por etapas para facilitar ações corretivas;
  • planejar a mudança com datas, metas e objetivos a serem alcançados com a mudança;
  • criar indicadores de desempenho para mensurar resultados da migração;
  • analisar continuamente o mercado para novas oportunidades de mudanças.

2. Fatores ambientais

  • sensibilizar a equipe antes da migração de software de engenharia civil para expor os benefícios da nova ferramenta;
  • oferecer condições estruturais para implementar a nova ferramenta;
  • compartilhar com a equipe o planejamento da mudança, com metas e cronograma;
  • reforçar a ideia de produzir mais e melhor com menos processos manuais para diminuir o retrabalho;
  • incentivar a capacitação no escritório tanto para o domínio de software especializados como para gerar oportunidades profissionais. O treinamento inicial é um investimento que resulta em produtividade e qualidade. Indispensável no processo de migração, é o momento de reunir todas as informações sobre o software e os materiais necessários para dominar suas ferramentas;
  • indicar um colaborador multiplicador para avaliar a capacitação e dar acesso a conteúdos complementares para reduzir a curva de aprendizado.

Uma migração bem-sucedida considera esses critérios e cria planos de ação em casos de falhas, subaproveitamento de softwares especializados e curvas de aprendizado.

Se você procura um software adequado para elaboração de projetos elétricos, nós podemos ajudá-lo!

Ficou com alguma dúvida sobre como migrar software de engenharia civil no escritório? Deixe sua pergunta na área de comentários.

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